segunda-feira, janeiro 5

Resenha do livro Lola e o garoto da casa ao lado

Hey pessoas! Nem vou me perder naquele blábláblá de que sumi porque isso já virou hábito. Aliás que eu tô pensando em colocar isso estampado bem grande em um banner no blog, tipo: Ás vezes eu sumo, lide com isso. Não que alguém se importe...
Mas eu vim hoje, o que importa é o agora e o agora chegou com uma resenha de um livro que terminei de ler faz mais ou menos uma hora.
O negócio é, não sou fã de romances, mas esse não foi um "qualquer outro romance". Eu gostei, apenas. Vale isso, a resenha eu quero dizer.
Resenha: Lola é uma garota de figurinos, ela não vê graça numa vida muito normal. Ela é filha adotiva de um casal homossexual (gay, sem hipocrisias aqui okay?), mora no Castro, o bairro mais gay de São Francisco e namora um roqueiro sexy e de cabelos descoloridos. Ela tem 17 anos, seus pais são super-protetores por conta de sua origem (sua mãe biológica é irmã de um de seus pais adotivos, ex moradora de rua, esotérica, hippie e não mantem um relacionamento com a filha, pelo menos não um relacionamento bom).
Lola, ou Dolores, trabalha no cinema e não é muuito popular.
Ela vive uma vida "normal", seus pais não gostam muito de seu namorado por conta da diferença de idade entre ele e Lola (ele tem 22), ama seu namorado e tem um relacionamento bom com seus colegas de trabalho. Mas algo a incomoda, a casa ao lado da sua. Aquela casa tem um problema, uma família que viveu lá no passado e que marcou muito a vida dela, na verdade um dos gêmeos da família: Cricket Bell. Eles se mudaram, mas ela vive na constante insegurança de que eles voltem, e eles voltam. E o mundinho de Lola vai mudando e se transformando a partir dessa mudança. (Isso foi um trocadilho, sim, sou péssima nisso).
Minha opinião: Lola e o garoto da casa ao lado era um livro que eu queria ler faz muito tempo mas que nunca encontrava por um preço aceitável. Então semana passada eu comprei e comecei a ler. Eu sabia que era um romance e apesar da minha insistente mania de repelir romances porque não quero ilusões ou imagens de um final feliz perfeito na minha cabeça, eu insisti e a leitura me instigou e me enlouqueceu. O livro é cheio de tudo, tudo, tudo, assim como a protagonista. Ele tem aquela fórmula mágica de te prender e fazer virar 50 páginas numa rapidez enorme, o que é muito novo pra mim.
Eu tenho uma leitura lenta e consegui terminar esse livro rápido até. Dizem que é livro de um dia só, nenhum é assim pra mim.
Ele é fofo, colorido (não que tem gravuras, mas lendo vocês vão entender), romântico, meio louco e maravilhoso. Não vou dar nota porque depois de muito tempo, reparei que isso é de cada um.



domingo, novembro 30

15 coisas pra 2015

Hey! Nice guys?
Gente, eu não sei porque, mas decidi fazer isso de promessa.
Todo mundo faz mesmo, e eu tô num tédio imenso, então...
Ano que vem eu vou estudar de manhã (chorei litros com isso de acordar cedo), então vou ter a tarde toda pra fazer mil coisas com uma galerinha que é do barulho! Só que não.
Digamos que eu vou poder fazer tudo que existir do portão pra dentro de uma casa e só algumas coisas do lado de fora do portão. O motivo é meio complexo, então não vou entrar em detalhes, apenas direi seis palavras: minha mãe não deixa eu sair.
Enfim... 15 coisas pra fazer em 2015 já que eu sou ociosa e um pouco idiota.

Terminar minha fanfic de Alice no País das Maravilhas. Eu amo essa fic, mas ela precisa ter um fim. (chorei litros com isso também,)
Ver o pôr do sol na praia
Pintar e decorar meu quarto
Aprender a andar de skate
Participar do grêmio da escola
Começar a fazer curso de inglês (isso não depende muito de mim, é mais dos meus pais mesmo)
Criar um vlog
Ir em algum show
Escrever uma música e arranjar um ritmo pra ela
10º Revelar algumas fotos minhas e tirar mais fotos com meus amigos
11º Arranjar algum emprego
12º Criar alguma coisa pra ajudar e conscientizar as pessoas
13º Dormir fora de casa
14º Ler mais livros
15º Completar o meu Destrua esse diário deixando ele cheio de desenhos

É isso ae gente, eu escolhi 15 coisas porque é 2015. Sim sou bem óbvia. kkkkkkkkkk
Beijo beijo e flw's.

quarta-feira, novembro 5

Resenha Quem é você Alasca? e reflexão um pouco contraditória

Hey! Nice?
Bom, eu li nesses dois últimos dias (meu novo recorde pessoal) o livro Quem é você Alasca? realizando minha primeira experiência de leitura pelo computador, algo que eu sempre repeli o máximo que pude, mas que me entreguei totalmente como me entreguei a algumas outras coisas também. Enfim.
Eu tive diversas sensações durante a leitura e durante as quase 200 páginas. Eu senti ódio, eu senti pena, eu senti compaixão, eu me senti feliz e me senti de várias outras formas que se eu fosse ficar falando, não pararia mais. E quando acabou, eu senti um vazio me corroendo, eu me senti perdida, presa á algo que não sabia o que. E eu senti medo, não porque o livro tinha algo de terror (o que não tem), mas medo do meu pensamento e isso me fez pensar o quanto sabotamos á nós mesmos.

Resenha:
Miles é um garoto da Flórida. Sua vida é vazia, ele não tem amigos e gosta de colecionar últimas palavras. Quer dizer, ele lê diversas biografias em busca das últimas palavras de diversas pessoas de quem ele não lê as obras.
Em busca do grande talvez da vida, ele decide ir estudar no colégio interno Culver Creek, situado no Alabama, o antigo colégio de seu pai.
Ele chega e se descobre num lugar mais quente do que esperava, conhece Chepper (Coronel) e ganha um apelido: Gordo, sarcasmo já que ele é magricela.
Coronel então vai lhe falando sobre o esquema da Creek (como eles chama a escola) e o apresenta á seus amigos. Então Miles, ou Gordo, conhece Alasca, a garota mais linda que ele já viu e Takumi, um japonês meio rapper.
Ele aprende a beber, fumar, passar trotes e a amar Alasca, mesmo ela sendo impulsiva e inesperada, mesmo ela tendo ataques repentinos de alegria e tristeza, mesmo ela não sendo completamente perfeita.
Muita coisa acontece, não posso entregar, mas devo dizer uma coisa. Alasca se pergunta sempre por uma coisa: Como saímos desse labirinto que é o sofrimento?
Reflexão, já que minha opinião vem de brinde
A minha reflexão é sobre a pergunta de Alasca. E eu acho que só saímos desse labirinto vivendo.
A saída pra esse labirinto é nada mais nada menos que a morte, e se não aproveitarmos enquanto ainda podemos estar no labirinto, talvez a saída não valha á pena. Esse labirinto não é feito apenas de sofrimento. Ele é constituído de alegria, amigos, família, dor, vida, lágrimas, sorrisos, momentos, memórias, saudades, etc.
A algum tempo eu me toquei de que devemos apreciar o que temos. Não que reclamar seja proibido, isso é algo humano, mas talvez não devêssemos nos preocupar de verdade.
Eu sempre pensei que era pior perder do que ser perdido. Devemos então amar o que podemos, o que tem á nossa volta.
Mais uma frase do livro, uma das preferidas de Alasca, que vem de outro livro:
Amai teu vizinho pervertido/Com vosso pervertido coração
Talvez eu deva mudar um pouco essa frase, que na verdade é um verso de poema:
Aproveite o que tem a tua volta/Com todo o teu coração





segunda-feira, novembro 3

Menos "Des" ☮ ☯

Existem pessoas no mundo, desacreditadas, desamadas, desnorteadas. Pessoas "des" que pensam o mundo não valer á pena.
É tudo repleto de cor, e elas enxergam em preto e branco. Se a felicidade bate á porta delas, elas passam o trinco. Se o mundo para e oferece carona, elas empinam o nariz e saem a pé.
Pessoas assim não entendem, que as melhores coisas da vida, são as que vem de repente. Essas coisas pequenas, que vem sem espera, coisas simples como uma memória.
Pode ser um sorriso, um aceno, uma música, uma palavra, um novo amor.
Talvez seja um dos problemas do mundo, todo mundo ver ele de forma exata, sem listras ou voltas infinitas. Ver ele sem cor e indispostos a ver o que realmente há.
Se as coisas simples fossem mais valorizadas, mais amadas e mais "alegrantes", talvez esse mundo maluco, seria um louco feliz.
Sorria, só ria. Acalma, a alma. Se derrame, se der ame. Releve, se eleve. Respira, e não pira.

domingo, novembro 2

Músicas good vibes ☮ ☯

Hey! Nice?
Enfim, mais sobre o Projeto Seja mais Zen porque sim. Eu adoro trazer tranquilidade, porque quero vocês bem como eu tenho andado. Então separei umas músicas que me deixam bem, e sim, tem muito Oriente.
Oriente - Hoje eu me sinto tão bem

Raimundos - Mulher de fases

Oriente - Pras Damas

ConeCrewDiretoria - Calma na Alma

Nick Cave & The Bad Seeds - O'Children


ConeCrewDiretoria - A Boa

MAGIC! - Rude (amor do momento porque sim)

Dubeat - Garota da Vitrine

Filipe Ret - Neurótico de Guerra

Oriente - Vida Longa Mundo Pequeno

Oriente - Vagabundo também Ama

Então suavizem! ☮ ☯
Vlw, flw's

sábado, novembro 1

Halloween e caveiras mexicanas

Hey! Nice?
Gente, eu ando muito desinspirada pra posts! AFE
A questão é que eu não ando muuuito inspirada pra nada, provavelmente porque usei toda minha criatividade e inspiração na festa de halloween da minha escola. Fiz enfeite, ajudei na fantasia dos outros, escrevi um roteiro de teatro, apresentei um conto de terror no sarau de halloween e ainda fiz minha maquiagem.
Aliás que eu vou me aproveitar disso pra postar! yey!!
Eu não tirei foto da decoração, porque fui burra, admito. Mas tirei da minha make e minha roupa, e minha mãe me fotografou em cima do palco, então tá valendo ahahuehe
Eu fui maquiada de caveira mexicana, que como diz o nome, vem lá do México.
No México há o Dia de Los Muertos. Esse dia é em homenagem aos mortos e diferente do que se é esperado, o dia é cheio de alegria. É uma celebração índigena que acontece no dia 2 de novembro, amanhã no caso. Na comemoração, as caveiras não tem nada de macabro e são enfeitadas para espantar maus agouros e espíritos ruins. É como se os fantasmas e espíritos viessem visitar seus parentes. Nessa festa também são feitos doces em formato de caveiras.
 



É isso, sem mais nada pra falar kkk Talvez ano que vem eu poste mais coisas sobre o halloween, sei lá! Visitem minha fic: Embriagado de Chá e só, eu acho...
Vlw, flw's

quarta-feira, outubro 15

Por um mundo sem problemas com as diferenças ☮ ☯

Heey! Nice?
Então, eu decidi fazer um post mais sério pro aqui porque no momento estou me sentindo inspirada e possibilitada de fazer algo assim. Não que eu seja a especialista pika das galáxias, mas eu tenho opiniões formadas sobre alguns assuntos "polêmicos", e por que não discuti-los aqui? Esse é meu meio de comunicação com o mundo e eu devo aproveitar.
Enfim.

Primeiramente, eu gostaria de entender o porque de tanto preconceito. Racial, sexual, religioso e por qualquer tipo de opção e escolha alheia.
Quer dizer, será que é bom ter preceitos e opinião formada (e errada) sobre as pessoas apenas por ela ser o que ela é?
- Mas está na bíblia - Mas é minha opinião - Mas eu não gosto, e daí?
Tá, não mesmo, para com isso, sério.
Esse negócio de que homem foi feito pra mulher e vice-versa, essa outra história de que a raça branca é superior, essa outra história de que seu Deus deve ser o mesmo dos outros e todas as outras histórias preconceituosas que são usadas como argumento pra babacas que não aceitam as opiniões diferentes á sua, são sem fundamentos e sem noção alguma.
As pessoas são diferentes, essa é a graça do mundo. As opiniões diferentes das pessoas servem para gerar um equilíbrio no mundo que nós não andamos respeitando. Porque a opinião de certa pessoa ou grupo de pessoas é errada? É óbvio que cada um tem seus preceitos e opiniões, isso é direito de todo ser, mas devemos respeitar os preceitos e opiniões dos outros para assim sermos respeitados.
você pode não gostar, mas tem obrigação de respeitar.
Eu conheço e convivo com pessoas preconceituosas que usam dos mais podres e ridículos argumentos possíveis. Não tenho nojo delas ou raiva, apenas tenho dó. Elas não me representam.
Por isso, viva sua vida, seja mais feliz, be happy cara! Se temos um tempo limitado e desconhecido para viver, porque não vivemos para nós? Pra que viver o que é dos outros?

vlw, flw's